Terça, 17 de Janeiro de 2017
   
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Na última semana, para ser mais preciso no dia 04 de janeiro, a Sabesp completou um ano operando os sistemas de água e esgotos de Santa Isabel. Segundo a estatal, as melhorias realizadas nesse período foram reconhecidas pela população conforme mostra pesquisa de satisfação realizada em outubro de 2016 pela companhia.

O levantamento apontou que 78% dos moradores não trocariam a Sabesp por outra empresa de saneamento. A mesma porcentagem se disse satisfeita com o trabalho da companhia. Os dados foram coletados por entrevista telefônica com 100 moradores da companhia distribuídos entre clientes residenciais, condomínios, indústria, comércio e serviços. A margem de erro é de 9,8% e o nível de confiança 95%.

Em nota a Sabesp informou que investiu mais de um milhão de reais em obras para melhorar o abastecimento de água na cidade. A prioridade foi a interligação da represa Jaguari ao ribeirão Araraquara - garantindo que o rio tenha água suficiente para abastecer metade da população ao longo de todo o ano.


Resíduos descartados pela população de forma irregular no vaso sanitário, nos ralos, nas pias e nas vias públicas acabam chegando às tubulações de esgotamento sanitário, entupindo a rede e causando o extravasamento de esgotos nas ruas e até refluxo dentro dos imóveis. Com o início da temporada de chuvas neste mês, os casos de obstrução aumentam e a prova disto foi rompimento da rede coletora de esgoto localizada entre a Rua Maria Isabel e a Rua Vereador Sebastião Claudiano, próximo a Padaria Nova Santa Isabel, região central de Santa Isabel.

Até a tarde de ontem, sexta-feira (13), os funcionários da Sabesp trabalhavam para solucionar o problema. O mau cheiro permaneceu forte durante todo o dia e a lama espalhada pela máquina já tomava conta de uma parte do asfalto.


Diante dos massacres entre facções que teve grande repercussão na imprensa nacional, nossa reportagem conversou com o Delegado Titular de Santa Isabel, Dr. Carlos Alberto, para analisar a última década da cidade, no período que população se viu livre da “bomba relógio” que era a Cadeia Pública do município. Na entrevista o Delegado também traçou o perfil do “criminoso isabelense” que colabora para a super lotação nos Centro de Detenção Provisória (CDP) da região do Alto Tietê.

Segundo Dr. Carlos Alberto, por muitos anos os presos ficavam em cadeias por serem responsabilidade da Polícia Civil e cada cidade, na maioria de pequeno porte, sofria com a falta de estrutura, dificuldades e que causava superlotações constantes. “Antes de tudo, preciso elogiar o Dr. Jorge Vidal [ex-delegado do município], que talvez tenha passado por uma época crítica em termos desta cadeia, porém ele tornou-a um ‘cofre forte’, disse o atual Delegado, que ao assumir o cargo no município, a cadeia já havia sido desativada.

“Foi importante a desativação, pois não é papel da Polícia Civil tomar conta de presos. O papel da Polícia Militar é prender e o da Polícia Civil é investigar, mas tomar conta de preso, principalmente preso condenado ou que está aguardando a situação do julgamento, não é mais responsabilidade da Polícia Civil. As cadeias públicas eram consideradas um depósito de presos e agora são os presídios”, disse o Dr. Carlos afirmando que em Santa Isabel enfrentava-se o mesmo problema e a preocupação das autoridades era constante.


A Prefeita de Santa Isabel, Fábia Porto, se reuniu com o Diretor do Sindicato dos Servidores Municipais de Arujá e região, Miguel Ângelo Latini, e o Diretor da sub-sede de Santa Isabel, Sandro Ferreira da Silva, para estabelecer um canal de diálogo da Prefeitura com o Sindicato e ouvir as reivindicações e demanda dos servidores públicos municipais.

A prefeita afirmou que também vai criar uma comissão para análise e atendimento dos pleitos do Sindicato. Para Fábia, essa proximidade da Prefeitura com o Sindicato será muito importante para garantir um bom relacionamento e melhorar as condições de trabalho dos servidores municipais.


Na semana passada, uma testemunha compareceu na Delegacia de Polícia noticiando o óbito da vítima R.B.G.P. de 41 anos por possível afogamento, afirmando que a vítima encontrava-se em um sítio localizado na Estrada da Pedra Branca.

Segundo informações, a vítima teria entrado na piscina e, após um tempo, teria ficado imóvel dentro da água e a esposa da testemunha foi ver o que estava acontecendo, notando que a vítima já estava desacordada, espumando pela boca, aparentando estar afogada. Imediatamente prestaram socorro à vítima, que foi levada até a UPA de Santa Isabel, porém já era tarde e infelizmente a vítima veio a falecer.

Questionado se a vítima tinha algum problema de saúde, a testemunha afirmou que além de ser alcoólatra, a mesma sofria de Síndrome de Borderlaine, tendo recebido alta médica há apenas um mês.


O comércio ambulante deverá ser regulamentado em Arujá. Nesta sexta-feira, 13 de janeiro, representantes dos trabalhadores e o vereador Edval Barboza, o Professor Edval, foram recebidos na Prefeitura pelos secretários de Desenvolvimento Econômico, JulioTaikanYokoyama, o Julio do Kaikan, e Assuntos Jurídicos, Ricardo Moscovich.

Ao tratar do tema, o grupo concordou em elaborar uma agenda de reuniões, estudar e propor modernizações necessárias à Lei Municipal 1.995/2007 (que dispõe sobre o trabalho ambulante) e regulamentar a atividade envolvendo, entre outros pontos, a formalização dos profissionais. Como forma de auxiliar neste processo, o presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Arujá, João Romão, deixou a entidade à disposição dos interessados.


O presidente da Seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcos da Costa, entregou à advogada Márcia Rocha na última segunda-feira (09) a primeira certidão da OAB SP com o registro do nome social. A inclusão é uma iniciativa da advocacia paulista que encaminhou o pleito aprovado por unanimidade pelo Conselho Federal da OAB e que entrou em vigor em janeiro neste ano.

Para Marcos da Costa, a entrega do documento é uma importante conquista de direitos humanos num período marcado por retrocessos. “Num momento em que o mundo parece apresentar passos para trás na trajetória da civilização, com direitos civis sendo contestados, direitos humanos vilipendiados e discursos de ódio proclamados nas redes sociais, esse espaço traz uma nova luz. Respeita aquele que talvez seja o principal direito, que por incrível que pareça não é direito explícito na Constituição, mas está lá, que é o direito à felicidade. Que todos tenham a possibilidade de exercer esse direito de ser feliz. É isso que se faz hoje com a Márcia Rocha”, avaliou.


A Secretaria da Segurança Pública informou que publicará uma resolução para instituir um “Protocolo Único de Atendimento” nas ocorrências de violência doméstica e familiar contra a mulher. A medida foi anunciada na última quinta-feira (12), durante assinatura do Projeto Integrar - uma parceria entre a SSP e o Ministério Público para reforçar ações conjuntas para enfrentamento da violência de gênero.

O protocolo estabelece um padrão de atendimento a esse tipo de ocorrência a ser seguido pelas polícias Civil e Militar e pela Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), com o objetivo de trazer mais eficiência nas investigações e na coleta de provas.

“Em qualquer delegacia de qualquer cidade do Estado de São Paulo teremos um procedimento único e rápido para auxiliar as mulheres e com isso teremos o melhor atendimento possível”, explicou o governador Geraldo Alckmin durante evento.

A medida determina que, sempre que possível, a autoridade policial ouça imediatamente a vítima desse tipo de violência e fotografe possíveis lesões aparentes que ela apresente, mediante autorização.


SABESP: A empresa, pela segunda semana consecutiva, voltou a ter seus serviços contestados por moradores de vários bairros. Muitos reviveram o caos do desabastecimento, e este início de 2017 está muito diferente ao de 2016 quando a estatal assumiu a água e o esgoto de Santa Isabel. Esta semana a Prefeita e vários vereadores tiveram que fazer a primeira intervenção e solicitaram melhorias. A Prefeita até colocou à disposição sua frágil estrutura para ajudar a empresa, mas se pudéssemos dar um conselho de deixar a Sabesp se virar este ano sozinha, pois tem recursos e tecnologia que ainda não estão disponíveis para o isabelense.

SABESP 2: Foi concluído o primeiro ano do contrato da estatal com a cidade de Santa Isabel e grande mudança que vimos além da falta d’água na cidade foi a implantação da nova tabela tarifária que os munícipes terão que se acostumar daqui pra frente. Podemos afirmar que o “Padrão Sabesp” chegará na próxima conta de água, e pelos problemas que muitos estão sofrendo a conta será muito salgada, pois se comparar custo x benefício, a empresa ainda tem muito a realizar na cidade.

SABESP 3: E esta é a promessa, fazer muito em 2017. Para nossa surpresa, a nova administração da Prefeitura ainda vai realizar uma reunião para saber mais detalhes do contrato entre a empresa e a cidade. Mais uma vez fica a imagem do fracasso dos trabalhos de transição. Ter conhecimento do contrato Sabesp, do Lixo, das empresas que prestam serviços no município é a lição de casa que tinha que ser feito na primeira semana após os resultados das eleições.


Santa Isabel é aquela cidadezinha que políticos experientes almejam governar. Desprivilegiada de grandes impactos governamentais, ela é dona de um povo esperançoso que clama por providências básicas como serviços públicos de qualidade e o famigerado progresso – não aquele progresso de cidadezinhas europeias – aquele que nos faça alcançar o patamar de cidades vizinhas. Muito ainda há de ser descoberto e ser realizado neste município de cerca de 55 mil habitantes, com mais de R$ 120 milhões de orçamento por ano e com uma característica peculiar no campo da política, dispensando a receita de bolo, mas mostrando que não é difícil atender aos anseios da população calejada.

O município não exige criatividade de seus políticos, pelo contrário, para dar continuidade ou até superar a gestão de seu antecessor, basta jogo de cintura, base política e conhecimento técnico. Ok, ok, não estamos falando que a prefeitura seja brincadeira de criança, mas a gente presume que quem deseja ocupar a cadeira da gestão municipal, esteja preparado para o Vestibulinho básico da política. Mas, voltemos ao foco, ano após ano temos visto que se cada prefeito que aqui passasse fizesse o básico pela cidade, hoje o município teria outra realidade. E é este arroz com feijão que muitas cidades já fazem que chama a atenção de políticos experientes, pois Santa Isabel é praticamente uma terra inexplorada, que ainda está aguardando ansiosamente um nome para registrar na história política da cidade, como o gestor que virou marco por aqui.


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